Era uma vez no Orkut...
Rafael e alguém aí. Antes de mais nada, olhem a cara - aquilo em volta do nariz - da criança... E nem me perguntem por que a moça ainda não foi apresentada a um dentista.
Como deu pra perceber, nosso amiguinho não domina muito bem a argumentação, o que é muito irônico para uma pessoa que tenta criticar alguém. O cara se revolta com meu post e então resolve defender o filme com unhas e dentes, pois na concepção dele, quem entende de cinema teria que obrigatoriamente achar “Horror em Amityville” um bom filme. Mas o mais intrigante foi a tática que ele usou para tal propósito: Escreveu um texto que em 90% dele contém suposições sobre a minha pessoa – obviamente ele errou em todas -, depois jogou uma frasezinha pseudo-intelectual - “Antes de fazer qquer comentario (...) estude a mente humana, e comece pela sua” -, vivendo a ilusão de que deu uma lição de moral em mim, quando na verdade revelou o quão patético ele é. Sem contar que o infeliz ainda disse que é errado falar mal de um filme numa comunidade criada para tratar sobre mesmo. É claro que ele recebeu a merecida resposta.
Como era de se esperar, Rafael ficou sem argumentos e partiu para o seguinte pensamento: “Bem, já que não tenho como dizer que Álvaro está errado, tentarei falar sobre assuntos aleatórios para ver se pelo menos consigo estar certo em alguma coisa”, pois viu que defender o filme em questão era uma audaciosa estupidez. Continuou tentando se passar por entendido em Psicologia e acreditou ter me dado uma rasteira ao falar: “(...) cometeu o mesmo erro quando disse que o cara matou a família porque era um louco. LEIA oh ignorante, e você vai descobrir que (...) o cara matou a família porque estava sofrendo influências psíquicas (você sabe sobre do que se trata?).”
Após ver o desespero do garoto, respirei fundo - pois percebi que estava lidando com uma pessoa mentalmente desprivilegiada – e então mostrei com meu limitado conhecimento em Psicologia - porém suficiente para enxergar a idiotice que ele havia dito - que mais uma vez ele havia falado merda: “Em relação ao que eu disse sobre o cara ser louco, vou te explicar aqui, se quiser eu também desenho, pois o caso tá sério. Primeiramente não preciso ler nada, pois o próprio filme já diz que o cara teve influências psíquicas, mas como um grande conhecedor da psicossomática, você fez questão em distinguir loucura e influências psíquicas. Loucura é a falta de prudência nas ações, e quando um cara sofre muitas influências psíquicas (pois o tempo todo estamos sofrendo essas influências), seus atos acabam sendo baseados nas emoções e a consciência é menosprezada, o que o torna imprudente. Enfim, antes de cuspir seu pseudo-intelectualismo nos seus argumentos e peidar na tecla ENTER, tente antes pensar, para depois expor as idéias.”
Obviamente o Sr. Orgulho fez questão de discordar e de dizer que eu estava completamente errado, porém não falou nada para provar o contrário, o que me fez pensar que ele não sabia nada do assunto, confirmando assim que o que havia falado era fruto da escassez de argumentos.
Como um bom brasileiro, que não desiste nunca, Rafael tentou mais uma vez, é claro que fugindo do tema, mostrar sabedoria em algo: Resolveu falar de ficção científica. Ele provavelmente interpretou mal algo que eu escrevi – como fez durante toda a discussão, ou pelo menos fingiu -, idealizando que eu não poderia gostar de ficção porque a mesma não trata da realidade, quando na verdade eu disse: “(...) o que eu tinha criticado foi o fato do cara ter visto uma menina que aparece e some do nada e depois disso fingiu que nada aconteceu, coisa que não acontece normalmente e nem deveria acontecer em filmes realistas.”
Ou seja, quem havia dito que o filme é realista foi ele, eu somente critiquei isso, pois não é muito comum encontrar realidade num filme em que a parede sangra. Mas ele insistiu: "Afinal, se você gostou tanto de (...) filmes que são realmente ficção, pois não são baseados em NADA, como pode não gostar de um filme que segue a mesma linha mas que aconteceu na vida real?"
Ok, ok. Ficção não é baseado em nada? FICÇÃO NÃO É BASEADO EM NADA? Puta que pariu! E eu ainda insisto em discutir com essa galera... É engraçado o cara entrar na comunidade tirando uma de cult-superentendido-de-tudo e depois falar uma baboseira dessas. Vejam bem, ficção, como qualquer outro gênero de filmes, é baseado em alguma coisa. Vou usar três filmes como exemplo: "O Sexto Sentido", que é baseado em causos do além/espiritismo; "O Efeito Borboleta", que usa como base a idéia de voltar no tempo; "Horror em Amityville", o qual é baseado em uma suposta história real – que tem probabilidade de ser verídica na mesma proporção da história do ET de Varginha– que é baseada em espiritismo, etc também. Ou seja, nenhum gênero - repito: NENHUM GÊNERO - de filmes é baseado em nada, senão, nesse caso, não haveria filme algum.
Depois de - tentar - dar uma de entendido em psicologia, cinema e fracassar sucessivamente em ambas, ele deve ter imaginado que música poderia ser uma boa opção. Sendo assim, ele resolveu fazer comparações no campo musical. Porra, cada um tem seu gosto e querer dizer que um artista é melhor que outro por “n” motivos é idiotice. Mas não podemos nos esquecer com quem nós estamos tratando.
Olhem ISSO mais uma vez - relaxe, é só uma foto, você não será sugado -, só para ajudá-los a sentir a merecida pena e/ou desgosto.
Então me perguntou o que foi que o Led Zeppelin fez para a humanidade. Apesar disso não ter nada a ver com o assunto, respondi: disse que essa banda foi um dos fatores que deram início ao metal, e como a música é um componente que está presente na humanidade desde tempos remotos, não podemos negar que ela é fator fundamental para a sociedade, então quando alguém inova esse cenário, merece destaque por tal feito.
O engraçado é que depois de tudo isso, ele veio me chamar de “zero a esquerda”. Pena que foi ele quem tentou mostrar saber de tudo um pouco e no final das contas não sabia de porra nenhuma. Depois de repetir as mesmas perguntas, fugir mais algumas vezes do assunto em foco descaradamente e de chegar ao ponto de mencionar minhas comunidades para - tentar - me ofender, ele desistiu. Pois é, sumiu. Achei estranho um cara tão orgulhoso como ele do nada desaparecer, apesar de ser compreensível, já que ele provavelmente tinha lançado todos os temas possíveis para fugir do assunto. Cheguei a pensar na possibilidade dele ter ido procurar em alguma enciclopédia algum tema para abordar e de alguma forma ineficaz, apropriar indevidamente à discussão.

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